POEMA - A Terna Volúpia
120 views · Published 10 December 2012 · 2:31 · Indexed 11 October 2026
Channel: João Pimentel Ferreira · 2012 · People & Blogs
Na cama da vida no mundo dos céus eterno prazer Na espécie perdida das puras mãos que me fazem doer O mundo das chamas O mundo das almas o mundo que amo é o mundo que amas o mundo da calma O mundo profano Amo-te a ti meu perene amor da pura saudade Sobrevivi um' atroz dor salubridade Quero as carnes as ternas volúpias as dóceis paixões Minha chama que ardes nas noites de núpcias unidos corações A minha perene e inigualável anseia por ti Sou alguém que teme o amor afável A mulher que sorri Se te amo não digo Não crês que te ame Sim, eu desejo o terno abrigo por que anseio Amor eu prevejo Os teu dóceis beijos As tuas carícias De puro veludo São puros ensejos de cruas fictícias Atravessa-me o muro Como te amo minha dócil princesa minha terna volúpia O amor que é profano O amor nesta mesa O amor que usurpa Estigmas da carne o estigma da alma o estigma do ente que amo, que arde que retira a calma do homem que é crente Das divinas paixões das dóceis carícias do mundo de outrora elevam-se corações dóceis perícias que sinto agora As caras metade das dóceis mentiras daquilo que sinto A crua verdade da virilidade que em ti pressinto Escrevo-te assim dócil amor digo que amo que me ames a mim qual professor aluno profano Dócil paixão Um terno luxo de quem pereceu de tal coração que foi assim frouxo que em tempos morreu Revitalizou-se Nasceu de novo Assim procriou amor diferente Amor ao povo Amor que durou Escrevo-te assim dócil amor digo que amo Um amor sem um fim Um fim eterno Um fim que proclamo Um fim a teu lado Se digo que amo Oculto inverdades Amor recalcado De um mundo mundano Mentiras, Verdades Sem ti pereço Morro e caio Perco o norte Sei que pareço Um mero lacaio à beira da morte Mas digo verdades Puras verdades e só a verdade que sinto saudades puras saudades da cruel mocidade O mundo que sinto digo-te assim pelos cinco dedos dor que pressinto Ama-me a mim Afasta-me os medos Temo-te pois sei o quão te amo minha cara-metade Minha dócil paixão Assim proclamei Disse a Verdade
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